quarta-feira, 19 de junho de 2013

 O que foi a  Renascença 


Por Alex Federle do Nascimento
Iniciado na Itália, onde o desenvolvimento comercial foi mais precoce, destacaram-se os portos de Gênova e Veneza. O Renascimento, ou Renascença, buscou se inspirar na cultura greco-romana. Inicialmente a ressurreição da ciência se baseia direta e conscientemente na tradição pitagórica do Renascimento, visto que suas práticas religiosas correntes tendiam a ser aceitas como questão de rotina. A cultura clássica impulsionou as artes, as ciências e a filosofia, incentivada por novas descobertas. Os herdeiros das tradições gregas e romanas clássicas foram atraídos pela riqueza das urbes itálicas, marcando assim, o início do processo que se desenvolveu entre os séculos XV e XVI. Toda essa riqueza italiana tornou possível o aparecimento dos mecenas, que patrocinavam diversas produções, como por exemplo, a família Médici e a família Sforza.

Pietá (pintura de Pietro Perugino - 1500)
A característica do Renascimento que pode ser colocada como a de maior importância é a busca de uma ordem e de uma disciplina que superasse o ideal de infinitude do espaço das catedrais góticas na arquitetura renascentista. O Renascimento traz consigo uma série de descobertas (realizadas por cientistas e pensadores) que foram de suma importância social.

O Renascimento não se deteve apenas à Itália, mas, o seu foco inicial foi sem sombras de dúvidas em terras italianas, devido a sua localização mercantil, pois a Itália possuía maiores contatos com culturas e outras civilizações por causa do Mar Mediterrâneo. Em oposição à espiritualidade característica medieval, esse período de transição ocorrida entre o Medievo e o Renascimento, valorizou, sobretudo, o homem do campo. O progresso que as artes, a literatura e as ciências obtiveram foi incalculável, pois o ideário humanista acabou sendo o canal do progresso, tornando-se o espírito do Renascimento.

O movimento humanista não aceitava os moldes de vida da Idade Média, pois via na Antiguidade uma saída, discernia a correspondência aos seus desejos, ocorrendo assim, uma valorização da Antiguidade no aspecto cultural produtivo.
Os fatores mais importantes para a difusão do Renascimento foram o aparecimento e desenvolvimento da imprensa, a decadência de Constantinopla, e por fim, as Grandes Navegações.
Como na Itália do Renascimento literário, tivemos Dante Alighieri (1265-1321) com a obra A Divina Comédia, sua obra apresentava elementos medievais.
Além deste, dentro do Movimento Renascentista, tivemos a participação de vários artistas, como: Copérnico (1473-1543), Tycho Brahe (1546-1601), Kepler (1517-1630), Galileu Galilei (1564-1642), Isaac Newton (1642-1727), Francis Bacon (1561-1626), Thomas Hobbes (1588-1679), René Descartes (1596-1650), Spinoza (1632-1677), Leibniz (1646-1716), Leeuwenhoek (1632-1723), Giambattista Vico (1668-1744), Masaccio (1401-1428), Fra Angélico (1387-1455), Paollo Uccello (1397-1475), Piero della Francesca (1410-1492), Botticelli (1445-1510), Leonardo da Vinci (1452-1519), Michelangelo (1475-1564), Rafael (1483-1520). 

http://www.infoescola.com/artes/renascenca/

Reforma Protestante

 

Por Caroline Faria
A Reforma Protestante foi apenas uma das inúmeras Reformas Religiosas  ocorridas após a Idade Média e que tinham como base, além do cunho religioso, a insatisfação com as atitudes da Igreja Católica e seu distanciamento com relação aos princípios primordiais.
Durante a Idade Média a Igreja Católica se tornou muito mais poderosa, interferindo nas decisões políticas e juntando altas somas em dinheiro e terras apoiada pelo sistema feudalista. Desta forma, ela se distanciava de seus ensinamentos e caía em contradição, chegando mesmo a vender indulgências (o que seria o motivo direto da contestação de Martinho Lutero, que deflagrou a Reforma Protestante propriamente dita), ou seja, a Igreja pregava que qualquer cristão poderia comprar o perdão por seus pecados.
Outros fatores que contribuíram para a ocorrência das Reformas foi o fato de que a Igreja condenava abertamente a acumulação de capitais (embora ela mesma o fizesse). Logo, a burguesia ascendente necessitava de uma religião que a redimisse dos pecados da acumulação de dinheiro.
Junto a isso havia o fato de que o sistema feudalista estava agora dando lugar às Monarquias nacionais que começam a despertar na população o sentimento de pertencimento e colocam a Nação e o rei acima dos poderes da Igreja.
Desta forma, Martinho Lutero, monge agostiniano da região da saxônia, deflagrou a Reforma Protestante ao discordar publicamente da prática de venda de indulgências pelo Papa Leão X.
Leão X (1513-1521) com o intuito de terminar a construção da Basílica de São Pedro  determinou a venda de indulgências (perdão dos pecados) a todos os cristãos. Lutero, que foi completamente contra, protestou com 95 proposições que afixou na porta da igreja onde era mestre e pregador. Em suas proposições condenava a prática vergonhosa do pagamento de indulgências, o que fez com que Leão X exigisse dele uma retratação pelo ato. O que nunca foi conseguido. Leão X então, excomungou Lutero que em mais uma manifestação de protesto, rasgou a Bula Papal (documento da excomunhão), queimando-a em público.
Então, enquanto Lutero era acolhido por seu protetor, o príncipe Frederico da Saxônia, diversos nobres alemães se aproveitaram da situação como uma oportunidade para tomar os inúmeros bens que a igreja possuía na região. Assim, três revoltas eclodiram: uma em 1522 quando os cavaleiros do império atacaram diversos principados eclesiásticos afim de ganhar terras e poder; outra em 1523, quando a nobreza católica reagiu; e, uma em 1524, quando os camponeses aproveitando-se da situação começaram a lutar pelo fim da servidão e pelas igualdades de condições. Mas esta última também foi rechaçada por uma união entre os católicos, protestantes, burgueses e padres que se sentiram ameaçados e exterminaram mais de 100 mil camponeses. O maior destaque da revolta camponesa na rebelião de 1524 foi Thomas Münzer, suas idéias dariam início ao movimento “anabatista”, uma nova igreja ainda mais radical que a luterana. 
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segunda-feira, 17 de junho de 2013

Contra-Reforma


                                                                                                                                    Por Caroline Faria
Durante o século XVI ocorreram profundas transformações na sociedade européia. Surgia uma nova classe social, a burguesia, que não se encaixava nas limitações impostas pela Igreja da época. O Renascimento havia difundido um novo pensamento à população e a burguesia dava um novo fôlego ao comércio através do qual acumulava seu lucro que a Igreja condenava como sendo um pecado mortal, renegando as mudanças que vinham ocorrendo e se atendo aos antigos costumes feudais. Mas, a verdade é que a Igreja havia se tornado muito poderosa até então e se afastado de seus dogmas de pobreza, humildade e sofrimento deixando a sociedade ainda mais descontente. A Igreja se tornara uma ostentação do luxo. Dona de muitas terras em diversos países (principalmente na Alemanha), a Igreja começou a se valer de diversos subterfúgios com o intuito de acumular ainda mais riquezas, como a venda de indulgências e de cargos eclesiásticos. Tudo isso levou à chamada Reforma, deflagrada por Martinho Lutero (Luteranismo) na Alemanha. A ele se seguiram João Calvino (Calvinismo) e Henrique VIII (Anglicanismo) que faria eclodir a última revolta do período das Revoltas Protestantes.
A esta altura a Igreja já havia perdido o domínio sobre a Inglaterra, metade da Alemanha e parte de diversos países da Europa. Desta forma, a Igreja se viu obrigada a tomar medidas drásticas para frear a onda protestante que se alastrava pela Europa. Assim, foi reaberto antigo Tribunal da Santa Inquisição. Além disso, a Igreja publicou em 1564 o “Index Libro rum Prohibitorum”, onde listava todos os livros considerados hereges por pregar contra os dogmas da Igreja.

Então, em 1545 realizou-se o Concílio de Trento, que duraria até 1563 e pelo qual a Igreja conseguiu provar que ainda era bastante poderosa para deter as reformas que haviam se alastrado pela Europa. Dentre uma série de medidas tomadas no Concílio podemos destacar o fortalecimento da autoridade do Papa e o surgimento de novas ordens religiosas (como a Companhia de Jesus). O Concílio decidiu também, criar regras para o clero, os padres deveriam estudar em seminários, estudando o catolicismo a fundo, coisa que não acontecia anteriormente, e estabeleceu-se um limite mínimo de idade para a ordenação: 25 anos para padre e 30 para bispo. Foi estabelecido também, que a Bíblia só poderia ser interpretada pela Igreja e foram mantidos os cultos das imagens e da Virgem Maria.

Após a Contra-Reforma ou Reforma Católica o papado havia se fortificado e a Companhia de Jesus, fundada por Inácio de Loyola em 1543, tornou-se a escola dos filhos da nobreza o que ajudou a fortalecer ainda mais a Igreja
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sábado, 15 de junho de 2013

Rafael Sanzio

Biografia


Rafael era filho de Giovanni Santi, poeta (escreveu uma Crônica famosa em rima) e também pintor para a corte deMântua. Quando o nascimento de Rafael, ele dirigia um famoso estúdio em Urbino. Giovanni ensinou seu filho a pintar e o introduziu à corte humanista de Urbino, que, ao final do século XV, havia se tornado um dos mais ativos centros culturais da Itália, sob a regência de Federico da Montefeltro, falecido sete meses antes do nascimento de Rafael. Lá, Rafael pode conhecer os trabalhos de Paolo Uccello, Luca Signorelli, e Melozzo de Forlì. Precoce, aos dezessete anos (em 1500) Rafael já era considerado um mestre.
De acordo com Giorgio Vasari, Rafael foi levado pelo pai aos onze anos para ser aprendiz de Pietro Perugino, emPerúgia, mas esta informação é discutida por algumas autoridades no assunto. É de consenso geral que Rafael estava na Úmbria a partir de 1492, ano do falecimento de seu pai.[carece de fontes] Com Perugino, Rafael aprendeu a técnica doafresco ou pintura mural.
Em sua primeira obra de realce, O casamento da Virgem (1504), a influência de Perugino evidencia-se na perspectiva e na relação proporcional entre as figuras, de um doce lirismo, e a arquitetura. A disposição das figuras é, no entanto, mais informal e animada que a do mestre.

Sandro Botticelli


Por Thais Pacievitch
Sandro Botticelli  (na verdade seu nome era Alessandro di Mariano di Vanni Felipepi) nasceu na cidade italiana de Florença, no dia 1º de março de 1445. Desenvolveu um estilo personalíssimo, caracterizado pela elegância do seu traçado e pela força expressiva de suas linhas. Muito valorizado atualmente, Botticelli está entre os grandes inovadores do Renascimento, e está incluído entre um grupo de pintores inclinados a um estilo baseado na delicadeza, graça e certo sentimentalismo. Um deles foi Filippo Lippi, mestre e inspirador da obra de Botticelli. Este começou sua trajetória artística com obras de temática religiosa.
Em 1470, Botticelli, que já tinha seu próprio atelier, conheceu a família Médice, mecenas florentinos, pros quais realizou suas obras mais famosas. Um primo de Lourenço, o magnífico, Pier Francesco de Médice, encomendou-lhe a alegoria de A Primavera e também, segundo consta, O Nascimento de Vênus e Palas e o Centauro.
Naquela época, foi uma grande novidade realizar obras com formato grande que não tivessem cunho religioso, isto se deve ao vínculo de mecenas com a filosofia neoplatônica, cujo caráter simbólico deveria reproduzir as obras encomendadas. Baseadas nelas foram formuladas diversas e complexas interpretações, que vão muito além de sua graça evocadora.
A esta mesma época correspondem também A Adoração dos Reis Magos e o Díptico de Judite, obras igualmente emblemáticas. O fato de que Botticelli foi convocado, em 1481, para ir a Roma para decorar os afrescos da Capela Sistina, junto com outros grandes mestres, faz supor que gozava de grande prestígio.

O Nascimento de Vênus
Quando voltou a Florença, provavelmente influenciado por Savonarola, realizou obras como a Natividade Mística (mais solenes e redundantes). A Botticelli também devemos belíssimos desenhos para um manuscrito da Divina Comédia de Dante.
Eclipsado pelas grandes figuras do século XVI italiano, Boticelli permaneceu ignorado durante séculos até a recuperação de sua figura e sua obra, na metade do século XIX. Seu estilo, de certa forma, perpetuou-se através dos artistas formados em seu atelier, entre vários podemos citar o filho de Filippo Lippi, Filippino Lippi.

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Biografia de Michelangelo

Este é o retrato de MichelangeloMichelangelo di Lodovico Buonarroti Simoni nasceu em Caprese, região toscana, província de Arezzo, na Itália em 06 de Março de 1475. A família Buonarroti era de uma linhagem nobre, mas em decadência.
Na época do nascimento de Michelangelo, seu pai, Lodovico di Lionardo Buonarroti Simoni era prefeito na província de Caprese.
Seus irmãs eram cinco, todos do sexo masculino, e Michelangelo era o segundo dentre eles.
Quando tinha 6 anos de idade sua mãe faleceu e ele foi entregue aos cuidados de uma ama de leite onde o pai dela e seu marido trabalhavam como cortadores de mármore na aldeia florentina de Settignano.
Foi ali em Settignano berço do escultor Michelangelo. O menino cresceu nesse ambiente, e com este convívio direto com o mármore, ele teve o seu primeiro contato com o cinzel e o martelo, e pode estudar as diversas técnicas de escultura. Primeiro na rocha comum, como em um teste e depois na prova real com o mármore a chamada "pedra da luz" pelos gregos.
Este ponta pé inicial marcou definitivamente a vida de Michelangelo. Não era possível voltar atrás, a paixão pela escultura desabrochou e o resultado disso podemos ver em suas obras que nos encanta até os dias de hoje. O pai do jovem Michelangelo não concordava com a decisão dele de ser artista, e, algumas vezes ele foi espancado pelo pai causa da profissão que ele queria para si porque na família Buonarroti haviam soldados, porém ele era o primeiro a querer ser artista.
Mas, como era impossível vencer algo que já estava enraizado na vida de Michelangelo, o pai Lodovico (mesmo à contragosto), finalmente optou por encaminhá-lo para Florença, de modo a ser aprendiz na oficina de um pintor, mestre da pintura florentina na época: Domenico Ghirlandaio.
Nesta oficina de Ghirlandaio Michelangelo pode aprender todos os recursos técnicos do ofício de pintar. Uma sólida técnica em pintura de afrescos e domínio da arte de desenhar.
Porém as idéias de arte entre o aprendiz e o mestre eram diferentes.
Michelangelo achava a pintura uma arte limitada, ele queria algo de maior expressão, impacto e monumentalidade. E permaneceu na oficina de Ghirlandaio brevemente, cerca de um ano.
Na vida de Michelangelo existem algumas especulações no que diz respeito a ele ter saído da oficina de Ghirlandaio.
Dizem que Michelangelo deixou a oficina de Ghirlandaio pelas divergências sobre artes entre ambos, ou por que Ghirlandaio logo percebeu que seu aprendiz Michelangelo o superou devido ao seu grande talento e genialidade.
Outro relato diz que Lorenzo de Médici grande mecenas das artes em Florença, poeta e também chamado de "o Magnífico", foi ao atelier de Ghirlandaio procurar aprendizes com aptidão de esculpir. E Lorenzo ficou encantado com o talento do nosso jovem artista, e o escolheu para agregar a sua escola como aprendiz de escultor.
Bem, o fato é que Após sair da oficina de Ghirlandaio em 1489, Michelangelo se encaminha para o Jardim de São Marcos em Florença, a escola patrocinada por Lorenzo de Médici.
Nos jardins do Convento de São Marcos, Lorenzo mantinha esculturas gregas, romanas e clássicas que eram modelos para os aprendizes trabalharem.
Michelangelo morou no palácio dos Médici e lá pode conviver com pintores, filósofos, poetas,escultores,arquitetos e médicos.
Michelangelo se dedicou profundamente ao estudo da obra de grandes mestres do passado: Giotto, Masaccio, Donatello, e dos escultores gregos e romanos.
Penetrou nos segredos dos escultores antigos que sabiam representar a beleza do corpo humano em movimento, com todos os músculos e tendões.
Em pouco tempo dominou tanto o que estudou que não houvesse postura e movimento que ele não pudesse desenhar.
E logo os rumores sobre o artista foram se espalhando, e ele foi comparado aos antigos mestres da escultura e houve também quem dissesse que ele os superava.
Seu primeiro trabalho em relevo aos 15 anos de idade foi a "Madonna da escada".
O mármore perdia a dureza e a solidez nas mãos de Michelangelo.
Corpos nus, orgãos e músculos nascem através de suas mãos que martela com vigor o mármore. Transmitem energia, ganham movimentos que outrora nenhum outro artista pudesse ou se atrevesse a executar.
Aos 17 anos criou o baixo relevo a "Batalha dos Centauros".
Como a fama de Michelangelo foi propagada além dos muros de Florença, em Roma foi requisitado por um banqueiro que lhe encomendou "Baco."
E também em Roma o Papa Júlio II (conhecido mais como guerreiro do que papa) encomenda os serviços de Michelangelo. Primeiro o grandioso mausóleu dedicado ao Papa e depois o tão admirável teto da Capela Sistina para que ele o pintasse.
Michelangelo aceitou logo quanto ao criar as esculturas para o mausoléu de Júlio II, porém quanto a pintar o teto da Capela Sistina não lhe fazia gosto porque se considerava escultor e não pintor. Dizia ter nascido para esculpir e não pintar.
Mas, devido as provocações recebidas por Bramante que era o arquiteto oficial do papa Júlio II , Michelangelo decide pintar o teto da Capela.
O papa e Michelangelo tinham divergências sérias também. O pontíficie queria saber quando Michelangelo terminaria de pintar o teto da capela e ele respondia "quando eu terminar!"
Certa vez ele decide abandonar a pintura e o papa lhe dá uns bofetões no rosto.
Mas estas divergências na verdade eram certa admiração que ambos sentiam um pelo outro.
E assim de criação em criação. Da escultura á pintura, dos desenhos frutos do profundo estudo anatômico com dissecação de cadáveres, Michelangelo dá vida de forma genial as suas obras.
E dá uma aula no teto da Capela Sistina. Uma aula de anatomia. De perfeição e beleza. É um tesouro de inestimável valor.
Com reconhecimento e fama, Michelangelo trabalhou até o fim da vida. Deixou obras fantásticas que marcaram para sempre toda a história da arte, e uma escultura inacabada que viria a ser o seu testamento "Rondanini". E faleceu aos 89 anos de idade em 18 de Fevereiro de 1574 em Roma.
Foram descobertas também poesias de autoria de Michelangelo, mas ele nunca permitiu a publicação destas.
Para dar uma explicação teórica sobre o ofício de esculpir, ele dizia que a figura estava presa no mármore e o que ele fazia era libertar ela. Fazia o esboço no mármore e depois o esculpia, libertando assim a estátua presa.
Na biografia de Michelangelo existem certas especulações em torno de seu temperamento, do relacionamento dele com os outros artistas da época, e até mesmo sobre a sua sexualidade.
O mais importante é que a genialidade de Michelangelo conquista a todos até os dias atuais.
A sua contribuição ao mundo da arte é valiosíssima e ele foi considerado principal expoente do Renascimento.  


                                

Leonardo da Vinci

Biografia


De tempos em tempos, o Céu nos envia alguém que não é apenas humano, mas também divino, de modo que através de seu espírito e da superioridade de sua inteligência, possamos atingir o Céu.
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Estátua de Leonardo da Vinci naGalleria degli Uffizi.

Genealogia

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Nasceu um neto meu, filho de Ser Piero (…) Seu nome foi 'Lionardo'
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— Antonio da Vinci13

Possível casa de infância de Leonardo, emAnchiano.
Leonardo nasceu em 15 de abril de 1452, "na terceira hora da noite",nb 7 de um sábado,nb 8 no vilarejo deAnchiano, na comuna italiana de Vinci, na Toscana, situada no vale do rio Arno, dentro do território dominado à época por Florença.15 Era filho ilegítimo deMesser Piero Fruosino di Antonio da Vinci, um notárioflorentino, e Caterina,16 17 uma camponesa14 18 que pode ter sido uma escrava oriunda do Oriente Médio.nb 9 19 Leonardo não tinha um sobrenome no sentido atual; "da Vinci" significa simplesmente "de Vinci": seu nome completo de batismo era "Leonardo di ser Piero da Vinci", que significava "Leonardo, (filho) de (Mes)ser,nb 10 Piero de Vinci".15 O próprio Leonardo da Vinci assinava seus trabalhos simplesmente como Leonardo ou Io Leonardo ("Eu, Leonardo"); presume-se que ele não usou o nome do pai por causa do estado ilegítimo. 
http://pt.wikipedia.org/wiki/Leonardo_da_Vinci